Uma das joias arquitetônicas do mundo maia, o sítio arqueológico de Tazumal é um dos pontos mais visitados de El Salvador. Construções imponentes e bem preservadas garantem uma experiência de imersão na história dessa enigmática civilização aos seus visitantes.

Veja mais nesse relato sobre a experiência de visitar Tazumal. 

COMO CHEGAR

Tazumal se localiza em Chalchuapa, a 80 km de San Salvador e perto da fronteira com a Guatemala. Para chegar até lá é possível tomar um ônibus ou contratar excursões a partir da capital ou ainda da famosa Concepción de Ataco, que fica a apenas 32 km.

O acesso ao sítio arqueológico é bastante simples, dado que ao contrário de muitos, ele fica bem em meio à cidade.

Há vagas de estacionamento bem em frente à bilheteria, porém cabem apenas 2 carros. Os demais podem estacionar nas ruas ao redor.

QUANTO CUSTA

A entrada para as ruínas custa 3 dolares por pessoa (valor de Maio de 2018). Tazumal funciona das 09:00 às 16:00.

A ESTRUTURA DE TAZUMAL

Tazumal, que significa “lugar onde as vítimas foram queimadas”, dá nome a apenas uma parte da estrutura do complexo arqueológico de Chalchuapa, que tem outras cidades maias. Esta é, entretanto, a mais visitada delas.

As ruínas apresentam indícios importantes do modo de vida dos maias, como sistemas de drenagem de água, pirâmides diversas, túmulos, enormes escadarias e templos religiosos. Seu estilo remete aos objetos encontrados em Copan, construções maias ainda maiores localizadas em Honduras.

Além disso, no museu que fica ao seu lado (acessado com o mesmo ticket) é possível ver artefatos ali descobertos, como cerâmicas, vestuários e armas, todos acompanhados de explicações a respeito de suas funções.

Historiadores acreditam que este era um importante centro de troca de mercadorias e que havia comunicação com outras comunidades em países como Panamá e México.

Tazumal não é apontada como a mais importante expressão da cultura maia, entretanto, é a mais representativa de El Salvador e, apesar de seu tamanho diminuto, vale a visita.

DICAS

 

  • O local é pequeno, não exige a realização de grandes caminhadas para ser explorado. Apesar disso, é recomendável ir com sapatos confortáveis.
  • Com exceção do museu, a visita é realizada a céu aberto e, portanto, aconselha-se o uso de protetor solar.
  • As visitas pela manhã costumam ser mais tranquilas, devido ao menor número de visitantes.
  • Há barraquinhas com venda de água e comida nas proximidades e não há restrição quanto a entrar com comida no complexo.

 

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Nayara Freitas

Curiosa desde que se conhece por gente, Nayara é natural de uma pequena cidade no interior de SP e sempre quis ir além. Com 26 anos é graduada em Administração e Gestão de Comércio Internacional pela UNICAMP. Deixou pra trás uma vida estável de trabalho em uma multinacional para explorar tudo de melhor que a América tem a oferecer e não se arrepende. Viver viajando é um sonho que se torna realidade todos os dias com o Memórias de Mochila.

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